Sueli Henriques é a fundadora e diretora de relações institucionais do Billions Networking. São 27 anos construindo conexões estratégicas e mais de 120 marcas atendidas nesse caminho. O evento não criou essa rede: foi construído em cima dela, e cada um dos 60 lugares continua passando pelas mãos dela.
Sueli Henriques
27 anos em conexões estratégicas
27
anos construindo conexões estratégicas
A trajetória da Sueli começou antes de networking virar pauta de mercado, quando relação de negócio ainda se construía uma pessoa de cada vez.
+120 marcas com que ela já trabalhou, de setores bem diferentes.
Décadas montando uma base sólida de relações, muito antes de existir evento de networking em cada esquina.
A passagem pela Wizard foi determinante. Foi ali que se formou a visão que guia o Billions até hoje: crescimento estruturado, relações consistentes e geração de oportunidades. "Estar ao lado de mentes visionárias muda tudo. Você nunca mais retrocede", contou ela ao The Date News sobre o período ao lado de Carlos Wizard. Dia 25, o mentor sobe ao palco do evento que ela criou.
Ela deixa o setor de publicidade para criar o Billions Networking: um lugar onde o encontro vira negócio de verdade. Nada de interação por interação, e sim conexão intencional, com gente qualificada e foco em resultado.
Aconteceu em 25 de setembro, na BYD McLarty Pinheiros. Ver como foi
Antes de existir evento, existia a agenda dela. A sala do Billions é o recorte dessa agenda: gente que ela já conhecia, já tinha apresentado e já tinha visto fechar negócio junto.
Quando o Billions nasceu, a lista de quem valia a pena chamar já existia. Não foi preciso prospectar ninguém: foi preciso escolher.
Não existe lista aberta nem inscrição que entra sozinha. Existe escolha, feita nome por nome, e um motivo por trás de cada convite.
É ela quem fala com as marcas, abre as portas e sustenta o vínculo quando o evento acaba. Patrocinador do Billions não vira ex-patrocinador: vira rede.
A rede dela e a do Hans Werner não se cruzam por acaso e não disputam espaço: elas somam. A da Sueli é quem entra na sala. A dele chega a quem decide dentro das companhias, entre vice-presidentes, presidentes e country managers. Uma abre a porta, a outra abre a mesa.
Numa das edições, doze carros da BYD foram vendidos dentro do espaço do evento. Sem showroom e sem test-drive. Só o ambiente certo, com o público certo, na mesma sala.
É esse o resultado que a curadoria dela persegue: ninguém sai de lá com folheto na mão. Sai com negócio fechado, sócio novo ou a conversa que faltava.
Registrado por The Date News, que a chama de rainha do networking.Usamos o desejo como forma de experiência. Não é sobre empurrar produtos, é sobre inspirar decisões em um ambiente propício, com um público realmente preparado para fazer negócios.
Hoje qualquer um chega em qualquer um por mensagem. O que ficou raro é estar na mesma sala que as pessoas certas. É isso que a curadoria da Sueli protege.
Ninguém está na sala por acaso. Cada convite tem um motivo.
Líderes, empresários e decisores. A curadoria é o que mantém o nível.
O encontro só vale se vira negócio, parceria ou oportunidade concreta.
Parceiros estratégicos da última edição
O ambiente é cuidadosamente planejado para que as conexões fluam de forma natural e produtiva. É uma atmosfera onde negócios se tornam inevitáveis.
A sexta edição já está sendo montada. Quem está na lista sabe da data primeiro.
Para o veículo, num cenário de acesso amplo, "o diferencial competitivo passa a ser a qualidade das conexões".
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